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Secretaria de Estado de Saúde



Susam conclui reforma de mais uma UTI no Pronto Socorro da Criança da Zona Oeste

10/05/2018 12:20:33

A Secretaria de Estado de Saúde (Susam) concluiu a reforma da segunda UTI do Pronto Socorro da Criança (PSC) da Zona Oeste, no bairro Compensa. Com o fim dos trabalhos, a unidade de saúde passa a contar com dez leitos de UTI.
 
Foi a primeira vez em 15 anos que as UTIs do PSC da Zona Oeste receberam obras de reformas. A unidade foi construída em 2002. A primeira a ser reformada foi a UTI “Pipoca”, que já está em atividade desde o início do ano. Agora, será a vez da UTI “Algodão Doce” ser entregue à população. Cada unidade tem cinco leitos.
 
De acordo com a direção da unidade, a UTI recebeu móveis e equipamentos novos, além de pintura e adequações no prédio, tudo seguindo os padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
 
“A UTI estava há 15 anos sem receber pintura ou readequação. Então, é um ganho para os usuários e para a equipe de trabalho, também, porque passa a atuar com mais segurança, em local apropriado e organizado”, ressalta a diretora do PSC, Júlia Fernanda Marques.
 
Prioridade - O PSC da Zona Oeste foi inaugurado em 2002, na gestão do atual governador Amazonino Mendes. De acordo com o secretário estadual de Saúde, Francisco Deodato, a unidade precisava urgentemente de reforma, por isso, essa foi uma das prioridades da nova gestão.

“Encontramos uma UTI com goteiras, paredes mofadas e úmidas, com fiação exposta de maneira perigosa para pacientes e funcionários. Esse era um problema que estava se arrastando”, destaca o secretário, que visitou a unidade logo que assumiu a secretaria, em 5 de outubro de 2017, quando decidiu incluir a reforma das UTIs da unidade, na lista das obras prioritárias.
 
Segundo ele, o Governo está investindo R$ 65 milhões em obras e melhorias na saúde, que estão em andamento ou em planejamento para este ano. O pacote inclui a conclusão de obras que estavam paradas e que serão entregues ainda neste semestre, além das intervenções que vêm sendo feitas em quase todas as unidades de saúde da capital e que consistem em reformas, adequações e manutenção predial corretiva, além de substituição de equipamentos.