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Secretaria de Estado de Saúde



Em Brasília, secretário Francisco Deodato garante aumento de recurso para o combate à Malária no AM

24/05/2018 09:17:34

O secretário estadual de Saúde, Francisco Deodato, conseguiu aprovar, em Brasília, o aumento do repasse para o combate à Malária em Manaus e em mais 15 municípios do interior. O acréscimo, concedido pelo Ministério da Saúde (MS), irá variar de 20% a 50%.

 

A aprovação foi confirmada, nesta quarta-feira (23/05), durante a reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), com a presença do secretário de Vigilância em Saúde do MS, Osnei Okumoto e da secretária substituta do órgão, Sônia Brito.

 

O crescimento dos índices de Malária no País foi um dos principais assuntos tratados na reunião. Deodato afirmou que o reforço anunciado durante o evento é fruto de um pleito feito em março, através do Conass, por ele e um grupo de secretários da Amazônia. Na ocasião, Amazonas, Acre e Pará se uniram para pleitear mais apoio, tendo em vista o avanço da malária na região.  

 

Municípios beneficiados - Para o Amazonas, haverá acréscimo no recurso do teto de endemias para Manaus e mais 15 municípios – São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, Coari, Guajará, Itacoatiara, Lábrea, Presidente Figueiredo, Carauari, Tefé, Atalaia do Norte, Ipixuna, Tapauá, Alvarães e Rio Preto da Eva. O valor altera, de acordo com a situação epidemiológica de cada um.

 

Além do aumento no teto, Deodato informou que conseguiu junto ao MS o compromisso de liberação de recursos para o diagnóstico da Malária, destinados à aquisição de novos microscópios e para a contratação de microscopistas para a realização de teste rápido.

 

“É uma grande conquista para o Estado, que, no ano passado, viu a Malária voltar a crescer, principalmente, por conta da descontinuidade das políticas de prevenção”, disse o secretário, que assumiu a pasta em outubro de 2017.

 

Ele ressaltou que o reforço no diagnóstico fará uma grande diferença, uma vez que é primordial para a interrupção do ciclo de transmissão.


“Estamos no sétimo mês de governo, fruto de eleição suplementar, mas temos consciência de que e possível retomar, ainda em 2018, esse vazio que ficou, principalmente na área de diagnóstico da Malária”, afirmou o secretário na reunião.